Assine o Feed desse BlogNesse mundo competitivo em que vivemos é quase imperativo que sejamos capazes de fazer algo que ainda não foi feito. Ter ideias novas significa ser inventivo, inovador, talentoso e outros adjetivos mais. Há quem fique milionário de um dia para o outro somente porque teve uma boa ideia e soube colocá-la em prática. Exemplos é que não faltam. Só que trazendo isso para o lado pessoal, o que se nota é que as pessoas estão cada vez mais tendo necessidade de ser diferente. Nada contra.
Em sua mais recente canção que está sendo tocada no rádio, a sempre irreverente Rita Lee faz um apelo a Deus para protejê-la de uma gama enorme de males provindos daqueles que a cercam: "Deus me proteja da sua inveja, da sua macumba" e vai por aí. Tudo pode parecer apenas mais um motivo da cantora para nos brindar com mais uma de suas inúmeras canções cheias de bom humor, como ela sempre faz. E, diga-se de passagem, faz muito bem. Mas não é apenas isso. Pelo menos, na minha opinião.
Minha intenção ao criar esse blog era apenas falar sobre espiritualidade. Além de revelar o quanto pretensioso eu sou, ainda acaba me deixando meio assim quando quero falar de outras coisas. Sinto como se estivesse desviando da rota inicialmente traçada. Por isso, peço a compreensão de todos para falar de um outro assunto: a profissão do ator
Parece estranho ver a vida dessa forma, mas é exatamente assim muitos vivem: passam o tempo todo pedindo desconto. Agem como se a vida fosse um eterno "ir às compras" com pouco dinheiro no bolso ou mesmo sem muita vontade de gastar o que tem. Nesse caso, ninguém é louco de dizer que o(a) sujeito(a) não está com razão. Essa atitude, além de baixar os preços, sempre estão nas alturas, faz muito bem para o bolso.
Tenho quase certeza absoluta de que se fosse perguntado qual o combustível que move a vida você responderia que, entre outras coisas, seriam, por exemplo, os alimentos sólidos e líquidos que ingerimos todos os dias ( nem todo mundo, infelizmente) e que nos mantém vivos. Afinal, como diz o povo: saco vazio não para
Nossa sociedade estabelece um padrão de comportamento e quem está fora dele paga o preço de "ser diferente". Jorge podia ser classificado com um desses "seres diferentes". Não que ele agisse assim propositadamente. Pelo contrário, ele bem que gostaria de ser igual a todo mundo: gostar das mesmas coisas, frequentar os mesmos lugares, ter o mesmo gosto para música, esporte, cinema, teatro, literatura etc. Isso, segundo o que ele pensava quando o peso dessa
Um dia desses, estava atravessando a avenida Presidente Vargas, no centro do Rio de Janeiro, absorto em meus pensamentos, quando ao meu lado uma mulher, que depois identifiquei como uma possível moradora de rua, fez menção de que ia atirar-se na frente de um cara e na última hora, recuou. Sai imediatamente de minha letargia e tive tempo de ouví-la dizendo: - Não sei porque não morro. Quero morrer.
No dia 15 de agosto de 2011, na Igreja de Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado, participei da encenação da "Assunção de Nossa Senhora" . A peça, escrita por mim em parceria com Bill Sala, narra o que seria o dia da "morte" de Nossa Senhora, dia em que ela foi assunta aos céus e como aqueles que conviviam com ela viveram esse momento tão especial na história do cristianismo nascente. Pela peça desfilam personagens conhecidos como os apóstolos Pedro e João, Maria Madalena, Maria de Cleófas
Durante toda a nossa vida estamos em busca de nos espiritualizarmos. Trocando em miúdos, estamos aprendendo Durante toda a nossa vida estamos em busca de nos espiritualizarmos. Trocando em miúdos, estamos aprendendo num esforço sem fim. Por mais que a gente negue isso, é um fato. E não é impossível duvidar que tem muita gente boa por aí que pensa que não e vive como se estivesse por aqui a passeio. Grande engano, pois desde que nascemos é esse o nosso objetivo maior. Nossa passagem aqui pela
Abri minha caixa de e-mails e encontrei um recado de Marcelle de Castro. Eu não conheço a Marcelle e ela chegou até mim por uma postagem que escrevi sobre o Centro Cruz de Oxalá, local em que trabalhei durante bastante tempo e onde, por motivos particulares, não trabalho mais.
No que diz respeito a vestuário, sapatos, óculos, telefones, relógios, carros e mais o que se possa imaginar é comum a gente seguir o que dita a moda. Muitos são capazes de gastar rios de dinheiro, e até de se endividar, só para não ficar fora do último grito. E olha que muitas modas são mais fugazes que um raio, não chegam a durar uma estação e já estão fora da ordem do dia. Até ai, nada demais, não? O problema é quando os modismos deixam de ser aqueles próprios de estações (primavera, ver
Todo mundo tem uma imagem real que representa aquilo que é de verdade, e outra que é aquela que acreditamos ser. É possivel que esta imagem que acreditamos ter seja igual, ou quase igual, à aquilo que realmente temos. Salvo, é claro algumas distorções.Visto que, nesse caso, somos aquele (a) que é e aquele (a) que vê que é.
No que que diz respeito à vida parece que não agimos diferente dos povos bárbaros. Principalmente no que tange aos nossos inimigos, adversários,
É sabido que a disputa de território é.........
Acabo de, pela primeira vez na vida, ler a Bíblia integralmente. E, para mim, é um grande feito, pois sempre desejei fazer isso mas nunca achava o momento certo de começar.
É comum o ser humano lançar-se em desafios. A prova mais visível disso são os atletas. Eles vivem desafiando seus próprios limites com o objetivo de quebrar recordes.
Sei que onze em cada dez pessoas adoram animais, principalmente cachorros. E essa estatística não é difícil de ser comprovada, basta dar umas voltas pelas ruas da cidade. Não é preciso andar muito para encontrar a dupla (dono e cachorro) passeando, tranquila e distraidamente. Até aí, nada de mais. Você que conseguiu ler até já deve estar se perguntando: "qual é a novidade? Onde esse cara quer chegar?" Calma! Eu não quero ir muito longe.
Sei que onze em cada dez pessoas adoram animais, principalmente cachorros. E essa estatística não é difícil de ser comprovada, basta dar umas voltas pelas ruas da cidade.
Outro dia falei aqui sobre a cura do corpo, falei sobre a necessidade de buscarmos curar o nosso corpo através de meios que não sejam tão invasivos, que não agridam tanto.
Quando eu era criança (e isso foi há muito tempo) passava uma propaganda na televisão cujo gingle dizia mais ou menos o seguinte: "Liberdade é uma calça velha azul e desbotada que você pode usar do jeito que quiser. Não usa quem não quer. " Lembro que eu assistia extasiado a essa propaganda, po